
Ao utilizar a metáfora do ser que caminha devorando o mundo, o bailarino inicia a busca pela sensação de comunhão com o todo, de ancestralidade, de atemporalidade.
Em seu percurso criativo, o artista mergulhou em diversos locais de natureza exuberante, lugares sagrados quase nunca tocados, lugares de silêncio e força na tentativa de tocar o invisível, de encontrar o ancestral, o primeiro e o último homem que dançou.
Cinzas ao Solo é a exposição, por meio da linguagem da improvisação em tempo real, da dança que é vida e morte. O instante da dança no qual nada mais existe a não ser ela própria.
Nesta peça, o público será convidado a participar de uma experiência sensível e genuína, onde o ato de se sacrificar pela dança, de morrer e viver pelo o que se acredita deverá ser premissa.
Dança e Coreografia Alexandre Américo | Direção Artística Mathieu Duvignaud | Dramaturgia Morvan França | Luz Laura Figueiredo | Trilha Sonora Toni Gregorio | Voz Ionara Marques | Violoncelo Carolina Rodrigues | Adereço Jô Bonfim | Exposição Morvan França | Impressão de Fotografia Estúdio P. | Fotografia Divulgação Brunno Martins | Produção Celso Filho - Listo! Produções Artísticas | Design Yan Soares
Alexandre Américo é artista e Pesquisador da Dança com Licenciatura em Dança e Mestrado pelo PPGARC, ambas pela UFRN. Hoje é atuante na área da investigação em Arte Contemporânea, com enfoque em estruturas performativas, improvisação e seus desdobramentos dramatúrgicos. Ex-aluno Especial de Doutorado em Estudos da Mídia, UFRN e Diretor Artístico da Giradança (Natal-RN).Em Natal/RN, atuou nas seguintes Cias de Dança: Parafolclórico da UFRN (2008-2010), Gaya Dança Contemporânea (2010-2012), Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (2011), Cruor Arte Contemporânea (2013), Balé da Cidade de Natal (2014) e Cia Gira Dança desde o ano de 2013, onde se encontra atualmente.